As Cabanas que você mais respeita!

Hoje estou aqui para divulgar um trabalho sensacional que encontrei pela internet e me senti na obrigação de divulgar a você, meu queridos leitores. Uma das coisas que me faz continuar na internet é a livre circulação de informação e a disseminação de conteúdos. Apesar da maioria das pessoas serem um tanto quanto preguiçosas, a internet possibilita uma vasta gama de conhecimentos, enfim, vamos ao post!

Das brincadeiras mais legais que me lembro na infância, uma delas sem dúvidas era construir cabanas. Sem dúvida meu sonho quando moleque era poder ter uma casa na árvore! Havia um desenho onde o personagem, não recordo qual era o desenho mas me recordo que ele fazia desejos batendo na luva de beisebol. Esse personagem tinha uma cabana de madeira, ou melhor, uma casa na árvore. Eu achava isso demais.

Na época eu me contentava em criar cabanas de tecido mesmo, com lençol, toalhas, panos, travesseiros e o que mais pudesse dar sustentação. É uma fase talvez, parece que a molecada começa a andar e já tem essa ideia de fazer cabana. Aí faz aquela bagunça, espalha tudo pela casa, suja os lençóis.

Agora a brincadeira da cabana ficou muito mais fácil e divertida, sem precisar estragar os lençóis da mamãe! Encontre na internet um site que faz cabanas, chama Vovó Designer, você pode conferir algumas fotos das cabaninhas abaixo.

Muito legal né? E sabe o que é o mais legal de tudo a respeito da cabana de tecido infantil Vovó Designer? É que elas são feitas na medida e cabem até em ambientes menores como apartamentos. Como elas são muito bem feitas (o acabamento é muito legal, a costura é perfeita!) dá pra usar até mesmo na sala como decoração, além da criança brincar ali, por perto dos pais, fica um item de decoração interessante e pode ser integrado a diversos ambientes.

Pelo que eu conversei com eles, existe a possibilidade de encomendar seu próprio modelo, mas depende de algumas questões como a estampa do tecido, tamanho, etc. Em alguns casos não vale a pena fazer. Existem também quem procura por tendas e ocas, onde a disposição das madeiras são ligeiramente diferentes.

Pra concluir, eles aceitam encomendas, basta entrar em contato via e-mail ou Whatsapp. Assista o vídeo das cabanas e se divirta!

Segmento de Produtos Infantis

Não é novidade para ninguém que o mercado online tem crescido exponencialmente mesmo com a crise que o país passa. Isso ocorre porque ainda está relativamente no começo, mais empresas estão reconhecendo a importância de estar online e está aumentando o número de consumidores com acesso a internet.

Sim, no Brasil ainda existem muitas pessoas sem acesso a internet, segunda a última pesquisa do IBGE os domicílios com acesso a internet está na casa dos 50%. Desse total, muitos ainda não tem o hábito de comprar online. A tendencia é que isso mude.

Desses segmentos existem alguns que mais se destacam como o segmento de produtos infantis. Isso ocorre por alguns motivos, entre eles podemos destacar:

  • variedade de produtos e estilos
  • público apto a consumir

Imagina, quando você faz uma pesquisa na internet o retorno de resultados é imenso. Você tem acesso a muitos tipos de produtos, as lojas virtuais tem menos problemas com estoque, e marcas. Além de muitas vezes o preço ser mais acessível online do que nas lojas físicas. Em uma loja convencional você encontra 3 ou 4, quando encontra, diferentes tipos de modelo, sem contar que na internet é grande o número de artigos customizados e peculiares, veja por exemplo, você pode encontrar body infantil personalizado de diversas estampas e modelos que dificilmente você encontraria em uma loja. Isto ocorre porque é complicado pra loja lidar com muitos modelos, tem custo de estoque, etc.

O público está muito propenso a comprar pois precisará dos produtos. Imagine, tem que comprar todos os artigos, alguma coisa as pessoas emprestam de familiares, outros fazem questão de comprar tudo novo. Imagine quantos artigos deve ser comprados e quanto é gasto. Se sua loja virtual estiver presente na hora certa pode faturar alto.

Existem ainda itens que serão recorrentes durante um bom tempo como pomadas e fraldas. No caso específico das pomadas, as importadas conquistam a preferência e são dificílimas de encontrar e quando são encontradas em loja e farmácias o preço é altíssimo. Tem gente que começa a importar e se dá bem nessa brincadeira.

As potencialidades são muitas, são diversos artigos, atualmente existem produtos que você provavelmente nem sabe que existe e pra que serve, mas existem e tem gente que compra. Esteja de olhos abertos pra essa novidade, já é promissora e a tendência é crescer cada vez mais.

Segundo a Pegn a tendência é que os pais passem investir mais dinheiro em coisas sofisticadas.

segmento infantil

Entre elas estariam os segmentos de moda e beleza, eventos, educação particular e mercado de experiências.

Protele tudo e seja feliz!

Getting_Things_Done

Um dos maiores defeitos que uma pessoa pode ter é protelar ações. Diariamente, problemas e mais problemas surgem, alguns aparentemente simples, mas que exigem uma solução – seja ela grande ou pequena, mas exige.

O mesmo se dá para as oportunidades. Por vezes, algumas delas passam diante dos nossos olhos e chega a ser engraçado o descaso que fazemos delas, sejam elas uma proposta de emprego, uma ideia interessante – que sequer colocamos no papel, um pedido de parceria, whatever.

Eu tenho essa mania. Sou péssimo para protelar as coisas, costumo deixar tudo “para amanhã” ou pra cima da hora. E o pior que nem é por comodismo: minha mente tem o péssimo hábito de achar que vou conseguir completar a minha tarefa aos 45 min do segundo tempo. Bizarro isso.

Sem querer, essa minha mania acaba refletindo nas minhas tarefas: vide o Pimenta sem atualizações constantes, os meus projetos na gaveta – e eu sem meter a mão na massa alegando falta de tempo e as tarefas do dia-a-dia que vou deixando passar para fazer depois (tirar a poeira do quarto por exemplo).

Sim, coisas relativamente simples e que tomam pouco tempo. Ah, mas a nossa mente… Cria uma dificuldade tremenda para aquilo, uma barreira do tamanho de um prédio de 300 andares, e fazer aquilo torna-se algo maçante, ou então, tão simples que é até idiotice perder tempo para completar a tarefa.

Isso é péssimo, principalmente para um blogueiro. Não, não é pelo fato de deixar de atualizar o blog, mas sim por perder o timing de determinados assuntos que poderiam fazer a diferença, sejam eles um serviço novo, uma descoberta interessante, um conhecimento compartilhado. E quando perde-se o timing, já era, o assunto já está batido demais para ser postado.

Vou dar um exemplo prático para vocês: uso a blip.fm já há um tempinho. Fui um dos primeiros brazucas a entrar por lá – digo, dessa leva. Os blips eram na sua imensa maioria em inglês, inclusive, blipava em inglês também, o que era bem legal.

Havia pensado em postar sobre o quanto é legal estar por lá, mas protelei. Tipo, “ah, depois posto”… E aí, o Brasil descobriu o blip, e falar sobre este serviço já se tornou algo obsoleto, é como chover no molhado.

Antes, ter mais de 50 ou 100 ouvintes era um mérito! Caramba, ver aquela estrelinha ao lado do seu avatar fazia bem para o ego, era feito para poucos. Porém, com a ploriferação do serviço… Agora é algo normal, simples, sem graça. Isso é fatídico. O foco acaba saíndo de quem tem a estrela para quem não tem.

O mesmo foi com alguns macetes que descobri para o WordPress. Caramba, tenho tantos posts na gaveta, e só falta ânimo para colocá-los aqui!

Não é a primeira vez que passo por esta dificuldade em postar. No último ano, isso se tornou algo constante, e eu fui protelando, protelando… e hoje, tenho um certo arrependimento por não postar freqüentemente, por não responder aos e-mails e comentários, e por não comentar em outros blogs, pelo simples fato de… achar que nunca tenho tempo. Por falar nisso, em um dos posts que fiz antigamente sobre esta minha dificuldade, um dos leitores daqui do Pimenta sugeriu que eu lesse o Getting Things Done e fosse feliz. Beleza, comecei a ler, mas parei nas primeiras páginas, alegando falta de… tempo. Chega a ser engraçado, para não dizer bizarro, estas armadilhas que uma mente contaminada pelo “amanhã eu faço” é capaz de fazer.

Tenho várias idéias – algumas delas bem interessantes – para pôr em prática. Uma delas é voltar a ser o Juarez de antigamente, postar pra caramba aqui, me divertir como sempre, comentar em outros blogs… Enfim, voltar a adotar a política da boa vizinhança. Pretendo colocar esta ideia em prática imediatamente, e voltar a sentir aquela falta tremenda quando ficava 1 dia sem postar por aqui.

Para finalizar, fica o meu conselho: não protele nada, nunca. Tenha sempre o hábito de concluir as suas pendências, por mais simples que elas possam parecer, sejam elas um post, uma tarefa, ou mesmo uma saída para tomar um ar.

Uma mente habituada à ação é muito mais sadia que uma mente habituada à reação  – e sim, é uma pieguice necessária. :)

Ok… Eu me rendo!

Durante todo esse tempo, todos são testemunhas da minha constante inflexibilidade para blogs generalistas, e do meu pavor a blogs à espreita do próximo hype para lucrar alguns trocados em cima do paraquedista.

Acontece que, nem sempre, as coisas na nossa vida saem como o esperado. Às vezes, o resultado dos me rendonossos projetos tendem a demorar bastante, e começamos a observar as coisas sob um outro aspecto. O que era ruim, mostra-se bom; o que era lamentável, mostra-se sensato.

Ser problogger é também ser empreendedor, é ser flexível, e principalmente, é ficar atento a qualquer tipo de informação ou oportunidade que possa somar algo para você e para os outros.

Há muito tempo atrás, quando lancei o Pimenta com Dendê, comecei o blog por começar, sem um projeto em mente. Simplesmente, registrei o domínio para fazer um blog onde falaria sobre assuntos do dia-a-dia, o que me viesse à cabeça, mas essa atitude negligente mostrou-se totalmente equivocada.

O meu orgulho e a minha relutância em falar sobre assuntos que pudessem atrair uma massa muito grande de paraquedistas – e, conseqüentemente, ser visto como um talibã pelos leitores daqui, e colocar minha reputação água abaixo – deixaram o HS Weblog MESES sem ter sequer um novo texto. Com o tempo, pela falta de conteúdo, isso veio acontecer com Pimenta… justo com o Pimenta!

Eu, que mantinha uma média de 1 post por dia aqui, estava invertendo tudo, e postando a cada 4 ou 5 dias. Os leitores e os comentários caíram, ou melhor, despencaram morro abaixo – proporcionalmente ao conteúdo. Logo agora, que eu estou no meu melhor momento, com tempo de sobra, com meu computador… mas sem motivação nenhuma para atualizar isso aqui, pra ser sincero. Resumindo: um blog, ou melhor, nada na vida vai pra frente se faltar motivação.

Portanto, senhoras e senhores, tenho uma notícia para dar para vocês. Mas, calma! Não vou fechar este blog, nem trocar de conteúdo, nem abrir um site de porcaria (hmmm… pelo menos por enquanto… muwahahaha!).

Convenhamos: um blog que fala sobre blogosfera não dá dinheiro. Bem, pelo menos não dá dinheiro suficiente, sozinho. Para se ganhar algum dinheiro com isso, você deve buscar outros nichos, outras vertentes, e ter jogo de cintura e humildade para aprender com os seus erros. Sendo assim, o HS Weblog é feito para um público mais abrangente, com tudo que o povo gosta, mas sem as dissertações acéfalas da maioria dos blogs deste tipo, porque aí já é apelar demais.

Percebi que esse lance de criar “uma imagem” por aqui é pura demagogia, e que ter mais de um blog na ativa é um ótimo exercício para melhorar os seus textos, pois você separa o joio do trigo, tornando-se cada vez mais versátil, além de conhecer um número maior de pessoas que podem te somar algo – ou não. Blogs generalistas podem ser bons sim, se o autor for capaz de dar vida ao assunto em pauta, e não escrever duas ou três palavras sobre o mesmo.

Portanto, acabou-se o meu preconceito com relação a blogs generalistas, e eu estarei fazendo parte, daqui pra frente, deste grupo, e postarei futuramente aqui se a experiência está sendo válida ou não. Quer queira quer não, eu mantenho meus blogs principalmente para ganhar dinheiro, e um blog “antenado” nos assuntos para este tipo de público é imbatível neste quesito.

Falarei sobre o próximo hype somente se achá-lo válido. Sigam-me os bons!

Adsense nos feeds do FeedBurner e a discriminação com anúncios

Não, não é um hoax.

Que o FeedBurner é propriedade da Google, muita gente já sabia. Mas o melhor está bem próximo de vir.

adsense feedburner

O Steve Olechowski, co-fundador do FeedBurner, disse em seu blog que falta muito pouco para integrar o Adsense aos feeds gerenciados pelo FeedBurner. Isso significa que os leitores fiéis também poderão visualizar anúncios em seus agregadores prediletos.

Com essa notícia, veremos o que irá acontecer daqui pra frente. Será que os blogs ganharão ou perderão mais leitores em virtude dos anúncios nos feeds?

Existe um velho tabu de que leitores fiéis não clicam em anúncios. Algo como “leitores fiéis são mais inteligentes para se esquivar das propagandas”.

De fato, leitores clicam menos em anúncios, não pelo fato de fugirem da propaganda, mas sim pelo fato de já estarem acostumados com a disposição dos anúncios do blog e irem “direto” ao conteúdo, não dando muita – ou nenhuma – atenção às propagandas, ou sejam, elas passam despercebidas. Quando ocorre de o leitor “fugir” da publicidade, é porque algum blogueiro (se não o próprio autor) age com uma certa discriminação com a monetização do blog alheio, e acaba passando essa “tensão” para o leitor – calma que eu explico mais embaixo.

Não lembro onde, mas li em algum lugar, assim que estava começando este blog, pessoas comentando sobre um artigo que falava sobre monetização e anúncios colocados no meio do texto. A resposta para o artigo era algo como “puxa, e eu acabei clicando sem saber!”, ou então, “vou me policiar para não clicar mais em anúncios”.

Pára tudo! Quer dizer então que agora, clicar em anúncios é considerado algo impuro, digno de ter o seu coração arrancado com uma colherzinha de plástico, daquelas que você come bolo em aniversário de criança?

Ou ainda: que só clicam nos anúncios os “paraquedistas burros e ingênuos”, que não sabem distinguir os anúncios do conteúdo do site, clicando em tudo que aparece pela frente? Desde quando propaganda e publicidade é algo ruim para a humanidade?

Sejam sinceros comigo (eu vou querer a resposta nos comentários): quando vocês vêem algum anúncio relevante em algum blog, o que vocês fazem?

a) Anoto a URL, abro uma nova janela (ou aba) do navegador, digito o endereço e vejo o que quero.

b) Clico com o botão direito no anúncio, copio a URL, abro uma nova janela (ou aba) do navegador, colo a URL, apago os dados do script até deixar só a URL do site e (ufa!) vejo o que quero.

c) Não clico (apesar de ficar mor-ren-do de vontade), pois não gosto de propaganda em blogs. Bem, pelo menos, não gosto de propaganda em outros blogs a não ser o meu – caso você tenha um.

d) Clico, ora bolas!

A depender do caso, eu não considero propaganda em blogs algo ruim, muito pelo contrário. A propaganda oferece ao leitor uma possibilidade de agregar algo novo e interessante à sua navegação. Daí o fato de os paraquedistas clicarem mais em anúncios: eles são bem mais espontâneos que os próprios “leitores tensionados”.

Os paraquedistas enxergam a propaganda como um bônus, algo como “se você gostou daqui, olhe isso que parece ser bom”, e gostam do que encontram. Só não sei se a palavra para descrever isso seria burrice ou ingenuidade, como muita gente descreve. Aliás, nenhuma das duas. O cúmulo da avareza é deixar de clicar em algo que você achou interessante, só para “não correr o risco” de o autor ganhar algo em cima daquilo, enquanto o dinheiro para as campanhas publicitárias sequer saiu do seu bolso!

Se você começar a prestar mais atenção nos anúncios dos blogs a partir de agora, verá que encontra muita coisa legal por aí afora, a depender da pauta do blog, é claro. E se o anunciante está disposto a gastar algum dinheiro para divulgar aquilo, é mais um sinal de que você tem grandes chances de gostar do vai que encontrar.

Enquanto os egos inflam e as ameaças de blogueiro vs. blogueiro aumentam, considere se despreocupar com tudo isso e navegar à vontade.

Só não reclame quando eu colocar o Adsense nos feeds daqui.